a felicidade no ambiente de trabalho

Chicago (1927), ao realizar estudos em uma fábrica no bairro de Hawthorne sobre a influência da iluminação na produtividade dos empregados da fábrica de Western Electric Company, Elton Mayo e seus colaboradores, concluíram que a necessidade de reconhecimento, de aprovação social e participação em atividades de grupos sociais, eram os fatores determinantes no nível de produção dos trabalhadores.

São Paulo (2011), pesquisa realizada com pessoas em cargos de média e alta gerência, pela empresa de Recrutamento Hays Recruiting, apontou que os fatores que determinariam a felicidade no trabalho são: a integração com a equipe, o reconhecimento e o respeito por seu trabalho.

Perfis profissionais distintos, mais de oitenta anos de evolução social e tecnológica, e uma mesma conclusão, o reconhecimento, a sensação de pertencimento e de respeito, são os fatores que determinam a felicidade e a produtividade dos trabalhadores.

Ou seja, remuneração, benefícios, bônus e participações, embora, sejam fatores que trazem satisfação imediata aos trabalhadores, seus efeitos são temporários, e dificilmente impediram o turnover, a baixa produtividade e a retenção de talentos por uma corporação.

Por essa razão, as empresas devem investir no treinamentos de seus gestores e na criação de políticas internas de reconhecimento profissional, utilizando tais práticas, como aliados na conquista de bons resultados e motivação da equipe, fazendo com que seu colaborador se sinta parte essencial do negócio, mantenha seu nível de comprometimento e desempenho mesmo em épocas de crise econômica e de incentivos financeiros escassos.

Fonte: administradores.com.br

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