As atividades team building que fomentam a união profissional


Os treinamentos empresariais saíram do ambiente corporativo e ganharam espaço ao ar livre com diversão para aumentar a produtividade e cooperação entre os funcionários 

O treinamento empresarial é um método educacional com o propósito de preparar ou aprimorar os participantes para o mercado profissional. Através de diferentes atividades são trabalhadas aptidões individuais e coletivas, como liderança, pró-atividade e empatia, assim como  conhecimento técnico direcionado para o segmento de atuação da equipe.

Antes de contratar o treinamento, os gestores da empresa precisam detectarem quais os pontos serão trabalhados com mais veemência. É importante analisar a equipe e observar a postura individual de cada membro para oferecer o contexto mais completo possível aos responsáveis por montar o treinamento empresarial personalizado.

Confira alguns benefícios do treinamento empresarial:

  • Melhorar a comunicação e produtividade da equipe;
  • Tornar o local de trabalho mais agradável;
  • Motivar o grupo;
  • Conhecer os componentes além da esfera profissional;
  • Traçar objetivos em conjunto;
  • Montar novas estratégias com a equipe;
  • Ajudar os participantes a aprender mais sobre si mesmos (pontos a serem aperfeiçoados e pontos positivos).
A seriedade do tema não afasta a possibilidade de realizar o treinamento empresarial com descontração utilizando o modelo team building. Em ascensão, o conceito implica em desenvolver técnicas emocionais e comportamentais dos participantes, assim como no treinamento tradicional, porém empregando atividades divertidas a fim de “camuflar” a questão de ser uma atividade com objetivo de observar e analisar as personalidades do grupo.

A tradução livre do termo é “Construção de Equipe” e surgiu na década de 20, na Inglaterra, com a publicação do livro The Group Mind, do psicólogo William McDougal. Na obra, o autor destaca a importância de uma equipe alinhada e as condições consideradas fundamentais para sua formação. Contudo, foi entre 1927 e 1932, na cidade norte-americana de Chicago, que foi consolidada a ideia de Team Building. Surgiu durante o estudo de Hawthorne, ministrado pelo professor Elton Mayo, que tinha como finalidade pesquisar a relação entre a produtividade e as  condições de trabalho. Após diferentes etapas foi constatado que o fator mais importante é a construção de um senso de identidade de grupo, o sentimento de apoio social e a união entre os funcionários.

Os estudos sobre team building realizados no início do século XX impactam os dias atuais. Vivemos numa era de excessiva tecnologia e a consequência é a falta de familiaridade em realizar tarefas aparentemente simples, como trocar ideias e conhecimentos pessoalmente e saber lidar com pessoas, e não máquinas.

O team building torna esses desafios mais prazerosos, revela o papel de cada membro do grupo, seja para liderar ou para utilizar a inteligência emocional e sem enfraquecer a máxima de que “unidos somos mais”.

Uma pesquisa realizada pela plataforma oHub indica o crescimento de 112% de pedidos de orçamentos de team building nos meses de janeiro e fevereiro de 2019 em relação ao mesmo período do ano passado. A importância do treinamento empresarial ao ar livre já é uma realidade necessária em benefício dos funcionários e das empresas e vem ganhando espaço periódico nas agendas de gestores, representantes e colaboradores.

Se utilizar a imaginação, o habitual passeio ao parque próximo à firma é interessante para criar atividades que estimulem a comunicação e parceria entre os funcionários. As brincadeiras infantis, como pular corda e pique-bandeira, moldam o espírito de cooperação e união dos participantes. E sabe? Nunca se é velho para voltar à infância. Mas, se a ideia é realmente impactar a empresa com os bons resultados do treinamento empresarial ao ar livre, confira alguns modelos divertidos para contratação:

Para quem gosta de água e esporte, a Dragon Boat é perfeita.

Tendo como cenário lago, rio ou represa, a equipe formada por 22 pessoas precisa conquistar  o objetivo traçado, seja chegar à outra margem ou a outro ponto. Observados por profissionais aptos – geralmente de recursos humanos ou psicologia – para traçar uma linha de  personalidade para cada participante, o grupo discute qual a melhor maneira de agir e qual será o papel de cada pessoa para atingir a meta.

Nesta atividade o entrosamento e produtividade precisam estar em sintonia porque, como diz o velho ditado, “estão todos no mesmo barco”.

Este modelo tem como inspiração os fundamentos militares e traz aos participantes a  percepção de que os erros e acertos individuais interferem no coletivo. O nome é assustador, mas o modelo de treinamento não é rígido a ponto de os participantes “pedirem pra sair”. 

O local ideal para realizar o Forças Especiais é em hotel fazenda. O treinamento é composto por diferentes exercícios e aprimora, especialmente, características como humanização, altruísmo e liderança.

Alguns treinamentos não são necessariamente realizados ao ar livre, mas são divertidos e acarretam nos mesmos (bons) resultados. Por exemplo, treinamento empresarial com foco em gastronomia onde pequenas equipes preparar receitas com pedidos especiais, por exemplo, bolo com duas camadas de recheio. O ponto crucial que torna a brincadeira uma competição é a interpretação e criatividade dos participantes, já que as regras são diferentes de acordo com o objetivo de cada empresa. As condições também são variáveis, como a falta de ingredientes para uns e o excesso para o outros, sendo assim possível analisar a postura colaborativa dos participantes.

Já no scape room, os grupos precisam decifrar um enigma utilizando pistas, códigos e estratégias, tendo como objetivo a abertura da porta para liberação do grupo. Com duração máxima de até uma hora, a atividade incentiva os participantes a juntar inteligência e lógica para concluir a atividade.

A integração do time fica mais afinada após o treinamento empresarial ao ar livre, mas é importante que os participantes estejam à vontade para participar das atividades. A empresa não pode exigir que funcionários que tenham fobia por água realizem o treinamento dragon boat, por exemplo. Respeitar o limite de cada pessoa é essencial.

As análises do treinamento devem ser discutidas entre os gestores e, no máximo, a equipe de RH. Após filtrar as informações que são necessárias a serem passadas adiante, os líderes reúnem as equipes e discutem sobre os resultados coletivos. As observações individuais de cada funcionário devem ser pontuadas reservadamente.

Realizar treinamento empresarial faz toda diferença para a empresa. E para seus representantes. Lembre-se: funcionário feliz é sinônimo de trabalho bem feito.

Fonte: PontoTel


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