qual objetivo do CPC 03 (R2)?

A globalização e o aumento dos investidores em todo o mundo foram alguns fatores que contribuíram para a harmonização das demonstrações contábeis. Lembrando que, para que essa uniformização fosse feita, cada país envolvido no processo de confluência das Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS –International Financial Reporting Standards) teve, por necessidade, de se ajustar aos padrões.

Normas Internacionais de Contabilidade

No Brasil, as Leis nºs 11.638, de 2007, e, posteriormente, a 11.941, de 2009, foram responsáveis por modificar consideravelmente a forma de divulgação das demonstrações contábeis, com o propósito de deixá-las mais claras e concisas.

Ocorre que, por causa da divulgação da Lei nº 11.638, a Demonstração dos Fluxos de Caixa – DFC tornou-se obrigatória para todas as sociedades anônimas – companhias abertas e fechadas – com patrimônio líquido igual ou acima de R$ 2 milhões, bem como as sociedades de grande porte.

Do que trata o CPC 03?

Então, o CPC 03 (R2) fornece informações dos fluxos de caixa de uma entidade, por período de atividades operacionais, de financiamento e investimento – facilitando, dessa forma, a tomada de decisões em relação à utilização de recursos.

Em síntese, o CPC 03 expõe que a evidência do fluxo de caixa, em conjunto com as demais demonstrações contábeis, provê os usuários de dados significativos para a apreciação das oscilações nos ativos líquidos de uma entidade e sua capacidade para alterar os valores e prazos dos fluxos de caixa, com a intuição de amoldá-los às necessidades cotidianas.

Completando…

Informações históricas de fluxo de caixa são regularmente utilizadas como evidências de segurança dos fluxos de caixa futuros. Para tanto, o CPC 03 informa que a classificação destes (atividades operacionais, de investimento e de financiamento) é que permitem, aos usuários, a verificação do impacto que causam em relação à sua própria situação econômica.

Atividades operacionais

Neste caso, o CPC 03 orienta que a empresa deve publicar os fluxos de caixa das atividades operacionais utilizando métodos direto e indireto, que dizem respeito, respectivamente, às classes de recebimentos brutos e desembolsos; e o apontamento de lucro líquido e prejuízo, os quais devem ser ajustados pelos efeitos de mudanças nas contas a receber e a pagar e itens que não afetam o caixa.

Você pode saber mais sobre o CPC 03 (R2), publicado pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis em 7 de outubro de 2010, no site oficial.

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Fonte: Certisign

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